Não tem como ser diferente de Jesus

2 CORÍNTIOS 6
 

O Evangelho de Cristo chegou a todos continentes e a Igreja de Jesus sofreu grandes transformações, comparada ao seu início no primeiro século. Além da cultura local de cada região onde o Evangelho chegou, a evolução da tecnologia e a política influenciaram muito a história da Igreja. Em meio a essa situação, nós como Igreja, não podemos perder a essência da fé em um Deus trino, que é Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito. “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mateus 28:19). “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês” (2 Coríntios 13:14). 

 

Jesus veio para reconciliar a humanidade com o Pai, pagando o preço dos nossos pecados, através da Cruz. Assim, quem o conhece passa por uma mudança de vida, pois se une espiritualmente em Sua morte e ressurreição, morrendo para sua própria maneira de pensar e agir, nascendo de novo com a mente de Cristo. “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:23,24). “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gálatas 2:20).

 

Apesar de toda essa expansão do evangelho, muitos ainda desprezam a graça de Deus, distorcendo seu significado, para justificar uma vida de pecado, sem transformação e mudança de atitude. Hoje a Igreja está imitando mais o mundo do que a Cristo, a inversão de valores na maneira de viver a fé, vem aumentando a cada dia. Essa prática sempre existiu e Deus corrige a Igreja para confrontar o pecado. Mas, se você confronta o pecado na vida das pessoas, elas não gostam e ainda usam a Bíblia para se justificar. Essa é uma estratégia antiga de satanás, ele a usou para tentar Jesus no deserto (Mateus 4:1-11, Marcos 1:12,13 e Lucas 4:1-13).

 

  1. A Graça se manifesta de dentro para fora (v. 1-2). Paulo constantemente advertia a Igreja a se manter firme no ensino dos apóstolos, segundo ouviram do próprio Cristo. Ele reconhece que, como apóstolo de Cristo, trabalhava não mais apenas como um embaixador, mas sim em conjunto com Cristo. Ele implorava (suplicava) para que a graça de Deus não fosse em vão, sem mudança de vida e com as mesmas práticas pecaminosas. Pelo contrário, Deus está disposto a ouvir e receber todo aquele que pedir socorro. “Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor". Então ele fechou o livro, devolveu-o ao assistente e assentou-se. Na sinagoga todos tinham os olhos fitos nele; e ele começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir" (Lucas 4:16-21).

 

  1. Todos são diferentes, mas Deus é o mesmo ontem e hoje (v. 3-13). Paulo exerceu seu ministério com muita dedicação e zelo. Ele não negociava o Evangelho, nem fazia concessões. Ele se empenhava em tudo, não importando o que lhe custaria, desde passar fome, cansaço, desconforto, se se arriscaria sua integridade física e emocional, tempo e dinheiro. “Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1 Coríntios 11:1). O processo ao qual Deus fez que Paulo passasse lhe capacitou para ensinar a Igreja, lhe deu autoridade. Ele tinha grande amor pela Igreja e não deixava de falar o que era necessário. A quem nós estamos dando ouvidos? E será que estamos passando pelo processo que Deus tem para nós? Todos têm algum nível de apego a essa vida, tendo mais necessidades em situações específicas que outras, mas Deus é poderoso para transformar qualquer pessoa. “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mateus 28:20). Pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele” (Filipenses 2:13).

 

  1. Luz ou trevas? Não tem como ser os dois (v. 13-18). Paulo condena o desequilíbrio do crente que se une a tudo aquilo que não tem relação com Deus. Desde costumes, más companhias e até casamento. É como a relação da água e o óleo, é difícil. Não tem como se relacionar com quem se opõe àquilo que Deus está nos direcionando, e Satanás é o opositor. A direção é simples, saia de perto daquilo que te afasta de Deus. “Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem” (2 Coríntios 11:15). “Todo aquele que nele permanece não está no pecado. Todo aquele que está no pecado não o viu nem o conheceu. Filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus. Desta forma sabemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do diabo: quem não pratica a justiça não procede de Deus; e também quem não ama seu irmão” (1 João 3:6-10).

 

 


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